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Pôr do sol na grama dourada

HORIZONTE

S  É  R  I  E

Onde o céu toca a terra, onde nossos olhos podem enxergar. Esse ponto, aparentemente alcançável, carrega uma verdade silenciosa. Ele nunca é o fim.

Falar sobre o infinito não como algo distante, mas como algo presente, sempre à frente do nosso olhar. O horizonte funciona como um lembrete constante de que a nossa visão é limitada, mas a existência não.

Cada peça foi pensada como um recorte desse encontro entre o visível e o invisível. Entre aquilo que conseguimos contemplar e aquilo que apenas sentimos que está lá. Existe uma tensão poética em tentar alcançar o que sempre se estende um pouco mais, e é exatamente isso que a série busca vestir. Horizonte não fala de limites, fala de continuidade.

Quando termina a terra, começa o céu. 

Que nossos olhos estejam voltados ao horizonte, a tudo aquilo que nos une ao Pai.

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